A origem da marca DONA BENTA

No processo contínuo de aquisições de novas unidades de moagem no seu processo de expansão, a área de alimentos do Grupo J. Macêdo manteve as marcas que cada moinho fabricava e também criou novas marcas locais: Fortaleza e Jangada (em Fortaleza); Baísa e Famosa (em Salvador); Flôr do Atlântico e Nena (em Niterói); Fama (em Santos); Cuca e Nena (em Corumbá); Petigri (em Londrina) e Peônia (em Itajaí).



Confira os Produtos Dona Benta


Quando houve a estabilização das aquisições, chegou-se à compreensão de que sendo uma só empresa de atuação nacional era muito mais estratégico investir em uma marca que também fosse nacional. Facilitaria a difusão do produto e seria mais econômico dar atenção a uma só marca.

A história do Grupo J. Macêdo, como empresa de capital 100% nacional e de raízes nordestinas, sinalizava para um nome que identificasse e representasse os valores da cultura da organização. Foi criada, então, a marca Fulô. Era o ano de 1978. A campanha já estava preparada e o lançamento da nova marca pronto para acontecer. A Companhia estava animada com a novidade. Só se falava na grande mudança. O Brasil teria a sua primeira marca de farinha de trigo com extensão nacional. Houve naturalmente muitas resistências internas por parte de pessoas apegadas às marcas com as quais trabalhavam. Foi preciso uma decisão de acionista para que a unificação fosse implantada.

O burburinho ganhou corpo e no meio do processo surgiu uma crítica ao fato da marca ter a pretensão de ser nacional, mas estar carregada de regionalismo no nome Fulô. De dentro da ebulição de idéias eclodiu intuitivamente a marca Dona Benta. Heureca! A identificação foi imediata. Dona Benta emanava uma mistura de leveza, confiança e um quê de calor maternal que lembrava um famoso livro de receitas que tinha o mesmo nome e, na época, era a principal publicação de culinária com presença nas principais livrarias de todo o país. Embora de maneira inconsciente, a nova marca carregava ainda a familiaridade com a cultura brasileira, retratada na obra de Monteiro Lobato. Esse composto de sabores culturais e de diversidade inventiva fortaleceu o encontro de J. Macêdo com o Brasil.

O nome Dona Benta se impôs com tanta força que a Companhia resolveu suspender o lançamento da farinha Fulô para materializar aquela manifestação do imaginário. Com destacado sentimento de atemporalidade e um refinado espírito de zelo, a Dona Benta projetou o negócio em novas perspectivas, reforçando na cultura da organização o desejo de permanência e o compromisso com a brasilidade e a ousadia empresarial. A Dona Benta se consolidou no mercado pela combinação da força intrínseca do seu conteúdo com a cultura da organização, cuja característica essencial está baseada nos cuidados com a qualidade, serviços ao consumidor e na tradicionalização da tenacidade no trabalho.


Moinho Fortaleza

Moinho Fortaleza
    Década de 60

Moinho Fortaleza

Moinho Atlântico
Niterói

Moinho Nordeste
Maceió

Moinho Salvador

Moinho Salvador

Moinho Fama
Santos

Moinho Fama
Santos
    Década de 70

(Marca Nacional)
Todos os Moinhos
    Década de 80

1989 - Embalagem Plástica (Prêmio "Top de Marketing ADVB")

 
    Década de 90

1996
    Década de 2000
2003



2006


    Década de 90
1996
    Década de 2000

2003



2006

 

 

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